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quinta-feira, 21 de abril de 2011

A Arte Cristã Primitiva


ESPIRITUALIDADE


A Idade Média divide-se em três períodos culturais: a economia natural da primitiva Idade Média, a cavalaria galante da Alta Idade Média e a cultura burguesa urbana da última parte do período.
A característica marcante da arte medieval do 1º período era o desejo de simplificação e estilização, sem profundidade e perspectivas especiais, além do uso arbitrário das proporções corporais.
Com o surgimento da economia monetária e consequentemente da burguesia, essa característica deixa de imperar.
O único elemento de importância que domina a Idade Média, antes e depois desta época, operando a sua modificação, é o aspecto de um mundo concebido metafisicamente. É a expressão de uma sociedade cristã e hierática na organização. Por toda essa época, a Igreja mantém seu poder como o único meio de salvação.
A arte, nessa época, não surgiu repentinamente e sim vem seguindo a tradição na representação que inspirou, séculos antes, o paganismo.

A espiritualidade desta arte, portanto, na qual os eruditos têm tentado encontrar tudo o que essencialmente pertence às concepções artística do último período medieval, é, na realidade, apenas a mesma indefinida espécie de espiritualismo que inspirou os últimos séculos do paganismo.

A primitiva arte cristã, durante os primeiros dois ou três séculos de existência, não passou de um simples desenvolvimento, ou até mesmo de uma variante da arte romana do período final. Tão grande é a semelhança entre as últimas obras pagãs e os primeiros trabalhos cristãos, que a decisiva mudança de estilos deve ter-se operado entre o clássico e o pós-clássico, e não entre a era pagã e a era cristã.
Na época de Constantino, a representação artística segue um padrão que já demonstra as características essenciais da arte primitiva da era cristã: cores chapadas e sem volume, frontalidade, formas lisas, preponderância para a hierarquia e solenidade. A sua indiferença pela vida orgânica da carne e do sangue, a falta de interesse pela característica, pelo individual e pelo gênero humano. Em resumo: há a mesma predisposição não clássica para representar o espiritual em vez do sensível que se encontra nas pinturas das catacumbas, nos mosaicos das Igrejas romanas e nos primeiros manuscritos cristãos.

A arte primitiva segue dois caminhos para representar a presença espiritual, o simbolismo como uma linguagem, a fala onde a arte interpreta e explica através de cenas bíblicas a sua doutrina, usando de distorções de tamanho natural e ajustado de proporções segundo a espiritualidade do objeto a ser retratado. Usa-se a perspectiva reversa.
Deus é importante, Ele está mais perto. Eu não sou, por isso fico menor, mesmo estando no primeiro plano da obra. Portanto, o tratamento dado à obra de arte não considera se, no primeiro plano, eu deveria estar maior e o cuidado com os primeiros não é essencial: por exemplo, um ramo pode representar um jardim.
Tem-se também a linha explicativa com representações em estilo épico evidenciando ações atraentes da vida dos santos e catequizando através da imagem.

A segunda linha de desenvolvimento abraçou um estilo explicativo ou épico, que visa evidenciar várias cenas, ações e incidentes atraentes para o espírito. Na realidade, os baixos relevos, as pinturas e os mosaicos da primitiva época cristã, ou são objetos de devoção, ou então históricos da bíblia e cenas de santos.
Nesta, todos os esforços do artista se dirigem a esclarecer e valorizar a ação.

O cristianismo toma para si maneiras de representar a fé usando ainda das técnicas e motivos da arte clássica greco-romana.
Por ter ligações com a doutrina hebraica e helenista, a nova fé cristã sintetizou representações figurativas de Cristo baseando mais no ensinamento doutrinário. Usa das figurações helenistas de formas antropomórficas e naturalistas para representar o divino.
Porém, opondo-se a isso, a tradição hebraica proibia a total representação de Deus.
A doutrina cristã não exclui nada daquilo que já foi criado pelo ser humano, quanto à sua cultura, mesmo porque não se crê que o homem pudesse ter criado tanta coisa sem que Deus o tivesse inspirado. A sabedoria, até então, existia independentemente da revelação cristã.
Para os hebreus, a representação de Deus por termos finitos era impossível. Contudo, se, para a fé cristã, Deus se fez homem e foi visto entre todos, ele pode ser retratado. Já não cabe dizer que a representação do divino é impossível (se não se pode representar a alma que é invisível, quanto mais Deus o criador dela, esse era o mote até então). Contudo, Cristo é o retrato humano de Deus e isso fez com que ele se tornasse representável.

O cristianismo, portanto, pondo-se como síntese e superação dessas duas doutrinas, desenvolveu também a antítese entre a representação icônica e a representação não-icônica, e a solução inicial consiste exatamente em recorrer a figurações indiretas, isto é, à figuração que signifique algo em si mesma.

Não se podia evidentemente admitir que, antes da revelação cristã, a humanidade tivesse vivido, e com tanta sabedoria, sem a orientação de Deus e na sua completa ignorância: tinha-o pois conhecido indiretamente, através de profunda inteligência da criação, que a arte clássica, não menos do que a “filosofia natural” e a sabedoria política e jurídica, revelava.
Quanto à representação não icônica hebraica, permanecia válida como principio, não se podendo aceitar que Deus, infinito, se manifestasse completamente sob formas finitas; mas encontrava um limite grave no fato de que Deus se revelara encarnando-se, tomando a forma humana.
Não se podia mais negar, portanto, que, uma vez assumido a figura humana, o Cristo, o próprio Deus, fosse “representável”.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

História do Carnaval


A comemoração grega que gerou a grande festa.
O carnaval é uma festa que se originou na Grécia em meados dos anos 600 a 520 a.C.. Através dessa festa os gregos realizavam seus cultos em agradecimento aos deuses pela fertilidade do solo e pela produção. Posteriormente, os gregos e romanos inseriram bebidas e práticas sexuais na festa, tornando-a intolerável aos olhos da Igreja. Com o passar do tempo, o carnaval passou a ser uma comemoração adotada pela Igreja Católica, o que ocorreu de fato em 590 d.C. Até então, o carnaval era uma festa condenada pela Igreja por suas realizações em canto e dança que aos olhos cristãos eram atos pecaminosos.
A partir da adoção do carnaval por parte da Igreja, a festa passou a ser comemorada através de cultos oficiais, o que bania os “atos pecaminosos”. Tal modificação foi fortemente espantosa aos olhos do povo, já que fugia das reais origens da festa, como o festejo pela alegria e pelas conquistas.

Em 1545, durante o Concílio de Trento, o carnaval voltou a ser uma festa popular. Em aproximadamente 1723, o carnaval chegou ao Brasil sob influência europeia. Ocorria através de desfiles de pessoas fantasiadas e mascaradas. Somente no século XIX que os blocos carnavalescos surgiram com carros decorados e pessoas fantasiadas de forma semelhante à de hoje.

A festa foi grandemente adotada pela população brasileira, o que tornou o carnaval uma das maiores comemorações do país. As famosas marchinhas carnavalescas foram acrescentadas, assim a festa cresceu em quantidade de participantes e em qualidade.

Carnaval no Brasil

O carnaval chegou ao Brasil em meados do século XVII, sob influência das festas carnavalescas que aconteciam na Europa. Em alguns países, como a França, o carnaval acontecia em forma de desfiles urbanos, ou seja, os carnavalescos usavam máscaras e fantasias e saíam pelas ruas comemorando.
Certos personagens têm origem europeia, mas mesmo assim foram incorporados ao carnaval brasileiro como, por exemplo, rei momo, pierrô, colombina.
A partir desse período, os primeiros blocos carnavalescos, cordões e os famosos cortejos de automóveis (corsos) foram criados, mas só se popularizaram no começo do século XX.
As pessoas decoravam seus carros, fantasiavam-se e, em grupos, desfilavam pelas ruas das cidades, dando origem assim aos carros alegóricos. O carnaval tornou-se mais popular no decorrer do século XX e teve um crescimento considerável que ocorreu devido às marchinhas carnavalescas (músicas que faziam o carnaval ficar mais animado).
A primeira escola de samba foi criada no dia 12 de agosto de 1928, no Rio de Janeiro, e chamava-se “Deixa Falar”, anos depois seu nome foi modificado para Estácio de Sá. Com isso, nas cidades do Rio de Janeiro e de São Paulo foram surgindo novas escolas de samba. Organizaram-se em Ligas de Escolas de Samba e iniciaram os primeiros campeonatos para escolher qual escola era a mais bonita e a mais animada. A região nordeste permaneceu com as tradições originais do carnaval de rua, como Recife e Olinda. Já na Bahia, o carnaval fugiu da tradição, conta com trios elétricos, embalados por músicas dançantes, em especial o axé.

Veja a seguir os Estados que mais celebram o carnaval:
Rio de Janeiro


A folia carnavalesca carioca começa antes dos dias oficiais do carnaval. Já no mês de setembro começam os ensaios nas quadras das diversas escolas de samba da cidade.

No mês de dezembro a cidade já se agita com os denominados “ensaios de rua” e a mais nova criação: “ensaios técnicos”, que levam milhares de pessoas ao Sambódromo todo final de semana. Os desfiles oficiais são realizados durante a data oficial do carnaval.
Pernambuco

Milhares de pessoas saem pelas ruas de Olinda e Recife, a maioria fantasiada e ao som do frevo (ritmo marcante do Estado).

O carnaval de Pernambuco conta com dezenas de bonecos gigantes, os foliões são extremamente animados. Uma das grandes atrações é o bloco carnavalesco “Galo da Madrugada”.

Bahia


O carnaval baiano é, sem dúvida, um dos mais calorosos e animados do Brasil e do mundo. Em especial na cidade de Salvador, onde se localiza os três principais circuitos carnavalescos: Dodô, Osmar e Batatinha.

Por esses circuitos passam mais de 150 blocos organizados, cerca de 2 milhões de pessoas durante os dias de festa. Normalmente esses blocos se apresentam com os trios elétricos e com cantores famosos.
São Paulo



O carnaval paulista é similar ao carnaval carioca. Acontece um grande desfile das escolas de samba da cidade. O desfile ocorre em uma passarela projetada por Oscar Niemeyer.

Há o desfile do Grupo Especial e do Grupo de Acesso, que acontecem na sexta-feira e no sábado, para não haver concorrência com o desfile do Rio de Janeiro.

Carnaval do Mundo

O carnaval não é comemorado somente no Brasil, mas em boa parte do planeta.
Veja a seguir as principais comemorações.

Reino Unido

No período do carnaval brasileiro, acontece, no Reino Unido, o Shroveitide (Shrive que significa confessar ‘pecados’), que é a comemoração do carnaval britânico.

Estados Unidos


Nos Estados Unidos,o carnaval resume-se basicamente na celebração do Mardi Grass (Terça-Feira Gorda), vários estados celebram o carnaval.

O Estado mais tradicional na comemoração é New Orleans, onde, durante o Mardi Grass, desfilam pelas ruas mais de 50 agremiações. A agremiação mais conhecida é a do Bacchus (que possui gigantescos e originais carros alegóricos).
Alemanha



Na Alemanha a celebração do carnaval acontece tanto nos grandes centros urbanos quanto na Floresta Negra e nos Alpes.

A festa mais tradicional é a da cidade de Bonn, que organiza desfiles com pessoas fantasiadas; o diabo fica solto, por esse motivo as pessoas usam máscaras a fim de esconder seus rostos.
Veneza


Por muito tempo o carnaval veneziano foi um dos mais fortes e alegres do mundo. Durante o período do carnaval eram desenvolvidos bailes e festas nas praças e ruas da cidade. Com o passar do tempo o carnaval de Veneza foi enfraquecendo, chegando a quase extinguir-se.

Escolas de Samba


As escolas de samba nasceram entre as décadas de 20 e 30 e formaram-se com base nos Ranchos Carnavalescos, mas logo tomaram identidades próprias. As escolas de samba eram primitivas e rígidas e, ao longo do tempo, tornaram-se flexíveis, dando oportunidades para jovens e crianças.

A escolade samba tem a tranquilidade de ter entidades que as representam; nesse caso é preciso ter seus estatutos sociais registrados em cartório, possuir uma sede administrativa, quadra para ensaios, uma diretoria constituída, licença de funcionamento na polícia e ser filiada a uma dessas entidades representantes.

As escolas trabalham o ano inteiro para serem julgadas em uma única apresentação. Cerca de cinco mil desfilantes ensaiam nas quadras, sendo eles sambistas, passistas, mestre-sala, porta-bandeira, destaques, alas e também os participantes da orquestra e da bateria. Chegado o grande dia, tudo deve estar em perfeita ordem e harmonia. A apresentação segue a sequência a seguir:

• A comissão de frente cria uma certa expectativa no público por sua coreografia diferenciada e também em relação ao enredo da agremiação. É formada por, no máximo, quinze pessoas, podendo ser homens, mulheres e crianças;

• O carro abre-alas é onde tudo começa. É nele que a escola expõe seu símbolo destaque;

• As alas são grupos de mesma fantasia que ficam entre as alegorias. Nelas está o sambista que, até cruzar o fim da avenida, esbalda-se, podendo perder até dois quilos;

• As alegorias e adereços são partes importantes no desfile. Os carros alegóricos contam a maior parte do enredo. Nos chamados queijos ficam os destaques principais da agremiação;

• Os destaques desfilam isoladamente no chão ou nos carros alegóricos. Usam fantasias representando personagens do enredo;

• A ala das crianças é opcional e é formada, em média, por duzentas delas;

• O mestre-sala e a porta-bandeira levam o estandarte da escola usando fantasias luxuosas que podem pesar até quarenta quilos;

• A bateria, com cerca de 350 integrantes, é alinhada por instrumentos guiados pelo mestre. Os instrumentos usados são: tamborim, pandeiro, chocalho, reco-reco, tarol, agogô, cuíca, repinique, caixa de guerra e surdos de primeira, segunda e terceira marcação;

• Algumas escolas têm rainhas, princesas e madrinhas de bateria, que são mulheres bonitas escolhidas no meio artístico ou por concursos na comunidade;

• O intérprete oficial é responsável por cantar em média 65 vezes o samba-enredo durante o desfile. É acompanhado por cantores de apoio, mas ele é quem determina o andamento do samba;

• Os passistas são responsáveis por preencher os espaços deixados pelos bateristas. Sambam com muito charme e sensualidade;

• A ala das baianas é composta por senhoras, sendo algumas bem idosas que, apaixonadas por sua escola, sustentam o peso de, aproximadamente, quinze quilos em suas fantasias;

• A ala dos compositores é formada pelos poetas da escola que compõem os sambas até que um seja escolhido como oficial.

• A velha guarda encerra o espetáculo e é composta por integrantes que participaram da fundação da escola.

Durante a apresentação das escolas, os juízes julgam:

• A bateria, que deve estar perfeitamente entrosada;
• O samba-enredo, que deve ter a letra adequada ao enredo e melodia-samba;
• Os cantores e o intérprete, que devem estar em harmonia;
• As alas e destaques, que também devem permanecer coesos;
• O enredo, que deve estar claro durante a apresentação;
• O conjunto do desfile, que deve estar uniforme e harmonioso;
• As alegorias e adereços, que devem ser criativos e bem feitos;
• As fantasias, que devem estar adequadas ao enredo;
• A comissão de frente, que deve saudar o público e apresentar o enredo coordenamente;
• O mestre-sala e porta-bandeira, que devem estar em perfeito entrosamento e no ritmo do samba.

As principais escolas são: Beija-flor de Nilópolis, Unidos da Tijuca, Mangueira, Viradouro, Imperatriz Leopoldinense, Salgueiro, Portela, Mocidade Independente, Império Serrano, Grande Rio, Unidos do Porto da Pedra, Tradição, Caprichosos de Pilares, Unidos de Vila Isabel, Acadêmicos da Rocinha, São Clemente, Santa Cruz e Estácio de Sá.

Cuidados com o Corpo Durante o Carnaval

O carnaval é uma festa comemorada em todo o país. São dias de muita alegria e agitação e, diante disso, é preciso tomar certos cuidados.
Normalmente muitas pessoas que pulam carnaval não fazem nenhuma atividade física durante o decorrer do ano e o organismo não é preparado para um ritmo mais acelerado. Essas pessoas precisam de mais cuidados, pois o exagero na hora da folia pode causar problemas.

A época do carnaval está na estação mais quente do ano, o verão, isso deve ser fonte de algumas preocupações como:

- Aplicar protetor solar no corpo para prevenir queimaduras, insolação e câncer de pele;
- Ingerir bastante líquido para não desidratar o corpo, moderar o consumo de bebidas alcoólicas que ressecam a pele, dá sede, dor de cabeça, náuseas, hipertensão arterial, diarreia entre outros;
- Tomar cuidado com máscaras ou outros acessórios que podem dificultar a respiração, pois pode trazer fadiga;
- Ficar atento a penas e plumas, pois podem provocar alergia respiratória;
- A maquiagem deve ser usada com moderação, pois pode causar alergia, irritação na pele, infecções nas pálpebras, lesões nas córneas, dermatite de contato, descamação da pele, bolhas, pruridos entre outros.
O importante é hidratar bem o corpo, ingerindo muita água, sucos naturais, água de coco, chás gelados e fazer uma boa alimentação à base de massas para produzir energia; cereais para prevenir a prisão de ventre; saladas com muitas verduras e legumes, de preferência crus para ajudar na reposição de água e outros nutrientes; e bastante frutas, que ajudam na digestão e repõem vitaminas e outros. Evite alimentos gordurosos que diminuem o processo de digestão.

Antes de cair na folia, faça alguns exercícios de alongamento e relaxamento para evitar distensões e outras complicações mais graves.

8 de Março - Dia Internacional da Mulher


                                                                                 Toda mulher deve ser tratada com respeito


Todos sabem que o preconceito é um marco presente na vida da humanidade e a mulher não ficou de fora, em razão dele sofreu grandes perdas.
Ao longo da história, as mulheres estiveram sempre subjugadas às vontades dos homens, a trabalhar como serviçais, sem receber nada pelo seu trabalho ou então ganhavam um salário injusto, que não dava para sustentar sua família.
Em razão desses e tantos outros modos de discriminação contra a mulher, estas se uniram para buscar maior respeito a seus direitos, ao seu trabalho e à sua vida.
A discriminação era tão grande e séria que chegou ao ponto de operárias de uma fábrica têxtil serem queimadas vivas, presas à fábrica em que trabalhavam (em Nova Iorque) após uma manifestação onde reivindicavam melhores condições de trabalho, diminuição da carga horária de 16 para 10 horas diárias, salários iguais aos dos homens – estes chegavam a ganhar três vezes mais no exercício da mesma função.
Porém, em 8 de março de 1910, aconteceu na Dinamarca uma conferência internacional feminina, onde se discutiram os assuntos de interesse das mulheres, além de decidirem que a data seria uma homenagem àquelas mortas carbonizadas.
No governo do presidente Getúlio Vargas as coisas no Brasil tomaram outro rumo. Com a reforma da constituição, acontecida em 1932, as mulheres brasileiras ganharam os mesmos direitos trabalhistas que os homens, além de conquistarem o direito ao voto e a cargos políticos do executivo e do legislativo.
Ainda em nosso país, há poucos anos, foi aprovada a Lei Maria da Penha, como resultado da grande luta pelos direitos da mulher, garantindo bons tratos dentro de casa, para que não sejam mais espancadas por seus companheiros ou que sirvam como escravas sexuais dos mesmos.
Mas a mulher não desiste de lutar pelo seu crescimento, o dia 8 de março não é apenas marcado como uma data comemorativa, mas um dia para se firmarem discussões que visem à diminuição do preconceito, onde são discutidos assuntos que tratam da importância do papel da mulher diante da sociedade, trazendo sua importância para uma vida mais justa em todo o mundo.

A Importância da Mulher na Sociedade
A mulher na conquista de seu espaço na sociedade.
Enfrentando diversas discriminações e adaptações em relação aos “afazeres puramente femininas”, como cuidar de casa e da família, a mulher conseguiu superar suas dificuldades e ainda administrar seu tempo a favor de suas atividades, para que as questões familiares não entrem em conflito com questões profissionais e sociais. A mulher ainda é alvo de grande discriminação por aqueles que ainda acreditam que “lugar de mulher é no fogão” e por isso enfrenta o grande desafio de mostrar que apesar de frágil é ainda forte, ousada e firme na tomada de decisões, quando necessário.

A mulher tem marcado as últimas décadas mostrando que competência no trabalho também é um grande marco feminino. Apesar de ser taxada como sexo frágil, a mulher tem se mostrado forte o bastante para encarar os desafios propostos pelo mercado de trabalho com convicção e disposição. A fragilidade da mulher, ou melhor, a sensibilidade da mulher tem grande colaboração nas influências humanas que se tenta propagar na atualidade, pois, como é sabido, o mundo passa por transformações rápidas e desastrosas que precisam de mudanças imediatas. A mulher consegue transmitir a importante e dura tarefa de mudar hábitos com a clareza e a delicadeza necessária para despertar o envolvimento de cada indivíduo e a importância da mudança de cada um.

O avanço feminino frente à política e economia ainda mostra a força da mulher em perceber e apontar os problemas tendo sempre boas formas de resolvê-los assim como os indivíduos do sexo masculino, o que evidencia o erro de descriminar e diminuir o sexo feminino privando-o a apenas poucas tarefas (domésticas).

A realidade do crescimento do espaço feminino tem sido percebida pela participação da mulher em diferentes áreas da sociedade que lhe conferem direitos sociais, políticos e econômicos, assim como os indivíduos do sexo oposto.


A situação da mulher na Idade Média



A mulher assumiu diferentes lugares e significados ao longo de toda a Idade Média.


Ao falar sobre a situação da mulher no passado, muitos empreendem um discurso linear em que muitos fatos, experiências e valores históricos são simplesmente deixados para trás. Não raro, as mulheres têm o signo da submissão reservado a uma leitura equivocada, em que a suposta e recente libertação feminina tem seu valor fortalecido por essa interpretação negativa. No caso da Idade Média, ainda tida como o tempo das “trevas”, temos a impressão de que a religiosidade aparecia para reforçar ainda mais esse tipo de leitura superficial.

Nos fins da Antiguidade, a figura da mulher era colocada em muitas situações de superioridade em relação à população masculina. Em muitas culturas, a mulher era vista como um ser especialmente capaz de realizar certos encantamentos e receber favor das divindades. Sob o olhar do próprio Cristianismo primitivo, vemos que os relatos sobre Jesus Cristo reforçam a ideia de que o Messias valorizava imensamente a participação feminina em importantes eventos e que seu lugar não poderia ser desconsiderado.

Durante a propagação do Cristianismo, essa aura mágica e poderosa do feminino foi combatida por diversos clérigos que reafirmavam a igualdade entre homens e mulheres. Em termos gerais, tomando os gêneros como criaturas provenientes de uma mesma divindade, a suposta superioridade feminina era vista como uma falsidade que ia contra a ação divina. Com isso, o antigo discurso o qual a Igreja apenas detraiu a mulher, não correspondia às primeiras formulações que pensavam o lugar do feminino.

Na medida em que o celibato se tornou uma das exigências mais importantes da organização hierárquica da Igreja, notamos que a desvalorização feminina se põe como estratégia de manutenção da organização eclesiástica. Eva, vista como a grande responsável pelo pecado original, é uma das justificativas que aproximavam a mulher do pecado. Do mesmo modo, era a mulher que pedira a cabeça de São João Batista e que descobriu o segredo de Sansão e o entregou para a sua humilhante morte.

Contudo, já na Baixa Idade Média, vemos que esse processo de desvalorização, sedimentado pela Primeira Mulher, se transformava com a visão da Virgem Maria como um meio de renovação. Encarando diversos desafios em prol do jovem salvador, essa mulher determinava a constituição de outro olhar sobre o feminino. Não por acaso, vemos que o culto mariano, a canonização de mulheres e a reclusão nos conventos se elevam significativamente com esse tipo de reinterpretação.

Tendo em vista a condição demasiadamente sagrada da Virgem Santa, a figura de Maria Madalena também era colocada como uma possibilidade mais acessível aos cristãos daquela época. A mulher poderia se arrepender dos seus pecados e, desse modo, se firmar como uma figura positiva. De fato, vemos que a suposta reclusão feminina não correspondia à existência de algumas mulheres intelectualizadas e independentes que circularam durante a Idade Média.

Sendo um período histórico tão extenso, não teríamos condições próprias de abarcar todas as possibilidades de constituição da imagem feminina nesse tempo. Contudo, por meio dessa breve consideração, notamos que as mulheres assumiram papéis que extrapolaram os antigos preconceitos ainda reservados ao medievo. Sem dúvida, as mulheres medievais são muitas, variadas e dinâmicas, como as manifestações do tempo em que viveram.


Mulher Moderna

Mulher moderna
No princípio era um paraíso. Um exímio artista e muito criativo, um anacoreta sem um pedacinho. Depois veio uma mulher formada a partir desse pedacinho. Formas suaves e arrendadas, beleza incontestável, o par ideal para a masculinidade de seu companheiro. Mesma essência, diferente função. Mesma tarefa de dominar o restante da criação e cuidar dela como administradores sábios e bondosos, mas de diferentes visões. Aliados, amigos, amantes. Estava completa a obra perfeita do Criador.

Mas algo aconteceu, algo mudou essa perfeita sinergia. Os homens esqueceram que a mulher fora tirada de uma costela, não dos pés para serem pisadas. As mulheres de mesmo modo, esqueceram que sua origem não era da cabeça, de uma parte de cima, onde lhes daria uma idéia de superioridade.

Para Sócrates, a mulher era um ser estúpido e enfadonho. Buda não permitia nem que seus seguidores olhassem para as mulheres. No mundo pré-cristão, as mulheres quase sempre não passavam de servas mudas, cuja vida só conhecia o trabalho extenuante. Não é a toa que uma oração judaica dizia: “Agradeço-te, ó Deus, por não me teres feito mulher”.
Mas, convenhamos, isso tudo é dor de cotovelos. Pascal afirmava que a grandeza do homem está em saber que um dia morrerá. Pois eu descobri que a grandeza humana está em se permitir sentir o sopro da vida. E este é um gesto feminino.

Fomos ensinados a ser duros, viris, machos. Não nos prepararam para o choro e a insegurança como fatores de crescimento e humanização. Convenceram-nos que tais sintomas caracterizavam a fraqueza, num mundo em que ser fraco não constitui qualidade, mas defeito.

Não é raro, depararmos com notícias de mulheres que se submeteram à cirurgias arriscadas e tratamentos igualmente perigosos em busca de um ideal de beleza. Essa hoje tão popular modalidade médica já produziu muitas aberrações. Isso, por que o universo masculino, sempre baseado nas crenças sobre o amor e a morte, fez do corpo feminino o campo de batalha entre Eros e Tanatos, entre desejo e destruição. Passiva e cativa, como no romantismo, ou dominante e devoradora como foram tempos depois para os artistas simbolistas e decadentes, que passaram de sádicos a masoquistas. A mulher européia não conseguia superar o estado de “boneca”.

Sabe-se que dessas feridas do imaginário masculino, o corpo feminino ainda não se recobrou, e no campo do erotismo, vive a jogar nessa posição psicanalítica de objeto de desejo. Freud explicou o desejo erótico a partir da pulsão da morte. O desejo era sempre enigmático, algo que através do fetichismo tentamos velar. Décadas depois, Lacan acrescentou a isso, que o fetichismo produz uma imagem que excita, ao mesmo tempo em que esconde a causa do desejo. E a causa guardaria relação com as crenças do próprio corpo.

O que quero dizer com tudo isso, é que a mulher dita moderna, perdeu sua identidade. Ela não mais é um ser que nasce e se desenvolve, mas sim um ser criado segundo seus “próprios” ideais, ideais esses, obtidos na mídia e na sociedade de consumo. As novas tecnologias transformaram a forma de construir à realidade de cada um. Não se tem mais acesso direto à própria imagem, pois as identidades são construídas a partir da mídia, e toda a relação do “espectador” com a obra ocorre através de uma interface (um meio tecnológico), e pasmo concluo: o acesso à própria imagem é sempre mediatizado.

Tenho amigas que falam três, quatro idiomas, mas são incapazes de conversar com os próprios filhos. Muitas que na ânsia de uma suposta igualdade entre os sexos, masculinizaram-se. Acharam que para trabalhar com os homens ou no lugar dos homens, precisavam ser como homens, mas não perceberam que o que as dava vantagem eram justamente suas diferenças.

O mundo nos mostra hoje que a feminilidade é a saída generosa para a crise que o poder masculino construiu. E que destrói o planeta e seus habitantes.

Cito abaixo o trecho de um texto que recebi por e-mail, atribuído a Rita Lee, mas que na verdade fora escrito por uma cearense chamada Heloneida Studart, este texto diz claramente o que espero para as mulheres no futuro, depois que essa onda de “mulher moderna” passar.

(...) Acho que só as mulheres podem desarmar a sociedade. Até porque são desarmadas pela própria natureza. Nascem sem pênis, sem o poder fálico, tão bem representado por pistolas, revólveres, punhais. Ninguém diz, de uma mulher, que ela é espada. Ninguém lhe dá, na primeira infância, um fuzil de plástico, como fazem com os meninos, para fortalecer sua virilidade. As mulheres detestam o sangue, até mesmo porque têm que derramá-lo na menstruação ou no parto. Odeiam as guerras, dos exércitos regulares ou das gangues urbanas, porque lhes tiram os filhos. É preciso voltar os olhos para a população feminina como grande articuladora da paz.

Você mulher, ainda se encaixa nesse perfil?


Feminismo no Brasil

O feminismo brasileiro atravessou diferentes fases e dilemas ao longo do tempo.
Ao falar sobre o feminismo no Brasil, devemos inicialmente falar sobre a situação da mulher em nossa sociedade. Durante vários séculos, as mulheres estiveram relegadas ao ambiente doméstico e subalternas ao poder das figuras do pai e do marido. Quando chegavam a se expor ao público, o faziam acompanhadas e geralmente se dirigiam para o interior das igrejas. A limitação do ir e do vir era a mais clara manifestação do lugar ocupado pelo feminino.

A transformação desse papel recluso passou a experimentar suas primeiras transformações no século XIX, quando o governo imperial reconheceu a necessidade de
educação da população feminina. No final desse mesmo período, algumas publicações abordavam essa relação entre a mulher e a educação, mas sem pensar em um projeto amplo a todas as mulheres. O conhecimento não passava de instrumento de reconhecimento das mulheres provenientes das classes mais abastadas.

Chegando até essa época, as aspirações pelo saber existiam, mas não possuíam o
interesse de subverter ou questionar a ordem imposta pelo mundo dos homens. No século XX, os papéis desempenhados pela mulher se ampliaram quando algumas destas se inseriram em uma sociedade industrial, onde assumiram uma gama diversa de postos de trabalho. Apesar disso, a esfera da mulher ligada ao lar continuava a ter sua força hegemônica.

Aqui tínhamos uma diversificação dos feminismos que iam da tendência bem comportada até o feminismo mais incisivo. Nesse quadro, observamos a mobilização de mulheres que exigiam o seu direito à cidadania sem questionar os outros papéis subalternos assumidos pelas mesmas. Na outra extremidade, vemos mulheres que reivindicam sua ampliação na vida pública, a defesa irrestrita do movimento dos
trabalhadores e a consolidação dos princípios de lutas comunistas.

Entre as décadas de 1930 e 1960, as manifestações feministas oscilavam mediante as mudanças desenvolvidas no cenário político nacional. Em 1934, o voto feminino fora reconhecido pelo governo de Getúlio Vargas. Já em 1937, os ideais corporativistas do Estado Novo impediram a expressão de movimentos de luta e contestação de homens e mulheres. Nos anos de 1950, a redemocratização permitira a flexibilização da exigência que condicionava o trabalho feminino à autorização marital.

A revolução dos costumes engendrada na década de 1960 abriu caminho para que o feminismo se tornasse um movimento de maior força e combatividade. Mesmo sob o contexto da ditadura, as mulheres passaram a se organizar para questionarem mais profundamente seu papel assumido na sociedade. A problemática dos padrões de comportamento passou a andar de mãos dadas com os ideias de esquerda que inspiravam várias participantes desse momento.

Vale aqui ressaltar que a luta pela equidade entre os gêneros acabou criando dilemas significativos em relação à mulher feminista. Lutar pelos direitos da mulher, em muitos momentos, parecia ser a demonstração que a mulher poderia simplesmente assumir os mesmos lugares e comportamentos antes privados ao mundo masculino. Dessa forma, a subjetividade feminina era deixada de lado para favorecer um ideal de que a “verdadeira feminista” deveria ser combativa e, ao mesmo tempo, embrutecida.

Quando atingimos o processo de redemocratização do país, observamos que o feminismo passou por uma reorganização contrária a uma tendência unificadora. Uma espécie de “feminismo temático” apareceu em instituições que tratavam de demandas específicas da mulher. Em certo sentido, o feminismo tomava para si não só a participação na esfera política, mas também se desdobrava no debate de questões e problemas de ordem mais concreta e imediata.

Dessa forma, chegamos à atualidade vendo que a ação feminista não mais se comporta apenas na formação de movimentos organizados. Sendo assim, a intenção de se pensar sobre as necessidades da mulher não mais atravessa a dificuldade de se criar um projeto amplo e universalista. Entre as grandes e pequenas demandas, as mulheres observam que a conquista de sua emancipação abre portas para a compreensão e a resolução de outros novos desafios.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Receitas de Natal Doces

Deliciosas receitas de doces para Natal


  • Barquetes de Chocolate
  • Biscoito de aveia e nozes
  • Biscoito de Natal
  • Bolachinhas de Natal
  • Bolo natalino de nozes
  • Bombom de Natal
  • Torta Noite Feliz
  • Panetone Sonho de Valsa
  • Panetone Tradicional
Confira abaixo:

Barquetes de Chocolate

Ingredientes:

Barquetes:

  • ½ xícara de manteiga gelada, cortada em pedacinhos
  • 2 e ¼ xícara de farinha de trigo
  • ½ xícara de açúcar

Mousse:

  • 1 e ½ xícara de creme de leite fresco
  • 200 gramas de chocolate em tablete meio-amargo

Modo de Preparo:

Barquetes:

Numa tigela, misturar a farinha, o açúcar e a manteiga com as pontas dos dedos até formar uma farofa. Fazer uma depressão no centro e juntar 5 colheres (sopa) de água. Vá misturando até formar uma massa homogênea. Forrar com a massa 40 forminhas de barquetes e levar para assar em forno quente (200ºC), preaquecido, até dourar as bordas. Retirar do forno, deixar esfriar um pouco e desenformar cuidadosamente para não quebrar a massa. Reservar.

Mousse:

Derreter o chocolate em banho-maria, retirar do fogo e deixar esfriar. Acrescentar o creme de leite batido em picos firmes e misturar delicadamente. Rechear as barquetes e decorar com fatias de frutas de sua preferência.
A massa das barquetes com mousse de chocolate pode ser preparada com alguns dias de antecedência e, depois de frias, guardadas em um recipiente fechado até o dia de serem servidas com o recheio de mousse. As forminhas de barquetes podem ser encontradas em lojas de utensílios domésticos e supermercados.

Biscoito de aveia e nozes

Ingredientes:

  • 1 colher (chá) de semente de linhaça (Lignana e ômega 3)
  • 2 colheres (sopa) de farinha de trigo integral (Vitamina E)
  • 3 colheres (sopa) de nozes picadas (Lignana e ômega 3)
  • 1 colher (café) de essência de baunilha
  • ½ colher (chá) de fermento em pó
  • 1 xícara (chá) de aveia em flocos (Fibras)
  • 3/4 xícara (chá) de margarina light
  • 1 xícara (chá) de farinha de trigo
  • 1 xícara (chá) de açúcar
  •  
  • Margarina para untar
  • 1 ovo

Modo de Preparo

Misturar todos os ingredientes, moldar os biscoitos com uma colher e colocar em uma assadeira untada. Levar ao forno médio por 20 minutos.

Biscoito de Natal

Ingredientes

  • 25 colheres (sopa) de farinha de trigo peneirada
  • 15 colheres (sopa) de açúcar de confeiteiro
  • 1 colher (sopa) de casca de laranja ralada
  • 1 colher (sopa) de casca de limão ralada
  • 1 colher (sopa) de especiarias em pó (canela, cravo-da-índia, noz-moscada e gengibre)
  • 13 colheres (sopa) de manteiga
  • 150 gramas de frutas secas bem picadas
  • 1 ovo

Modo de Preparo

Em uma tigela, bater o ovo com um batedor manual por 30 segundos e reservar. Bater na batedeira 12 colheres (sopa) de manteiga e o açúcar por 3 minutos ou até obter um creme esponjoso e esbranquiçado. Aos poucos, adicionar o ovo sem parar de bater até ficar homogêneo; incorporar as raspas de laranja e de limão, as especiarias, as frutas secas e bater por mais 1 minuto. Aos poucos, adicionar a farinha, mexendo delicadamente até obter uma massa grumosa. Fazer uma bola com a massa, embrulhar em filme plástico e levar à geladeira por 30 minutos. Ligar o forno à temperatura média. Abrir a massa em uma superfície lisa entre dois pedaços de papel-manteiga em uma espessura de 3mm. Com um cortador de massa com motivos natalinos, cortar a massa e distribuir em 3 assadeiras grandes untadas com a manteiga restante. Levar ao forno por 15 minutos ou até começarem a dourar. Retirar do forno e, depois de 1 minuto, retirar os biscoitos da assadeira com uma espátula. Esperar esfriar e servir.

Bolachinhas de Natal

Ingredientes

  • 3/4 colher de manteiga amolecida
  • 1/8 colher (chá) de noz-moscada
  • 1 colher (chá) de baunilha
  • 2 colheres (sopa) de farinha
  • 1 colher (chá) de fermento
  • 2 colheres (sopa) de leite
  • 1 colher de açúcar
  • 1 ovo

Glacê para cobertura

  • 2 copos de açúcar confeiteiro
  • 1 clara em neve
  • se quiser de cores diferentes acrescentar corantes de sua escolha
  • use confeitos para completar a decoração

Modo de Preparo

Bolacha:

Bater bem a manteiga com o açúcar, juntar o ovo e o restante dos ingredientes. Embrulhar em papel vegetal e deixar na geladeira por 1 hora. Numa superfície untada esticar a massa e cortar da forma desejada, pode se usar forminhas de cortar em forma de corações, estrelinhas, árvores de Natal. Em para confeiteiros você pode encontrar essas forminhas. Colocar numa forma não untada e levar ao forno médio por aproximadamente 5 minutos.

Glacê:

Misturar o açúcar com colher da clara até obter a consistência desejada. Adicionar em porções as cores que pretende utilizar. Mantenha a tigela coberta com uma toalha úmida para o açúcar não secar. Para fazer decorações de Natal com esta massa adicionar ½ copo de farinha para obter uma massa mais grossa e poder moldar.

Bolo natalino de nozes

Ingredientes

Massa:

  • 500 gramas de nozes sem cascas
  • 500 gramas de açúcar
  • 12 gemas de ovo
  • 10 claras de ovo

Recheio:

  • 1 colher (chá) de essência de baunilha
  • 1 colher (sopa) de manteiga
  • ½ xícara de água
  • 250 gramas de açúcar
  • 6 gemas de ovo

Cobertura:

  • 6 colheres (sopa) de açúcar
  • 6 claras de ovo

Modo de Preparo

Massa:

Triturar as nozes em um processador. Forrar o fundo de 2 formas redondas (aproximadamente 25 cm) com papel manteiga, untar as laterais com manteiga e enfarinhar levemente. Preparar a massa colocando em uma batedeira as claras, quando começarem a ficar em ponto de neve, diminuir a velocidade e acrescentar o açúcar aos poucos. Com a batedeira ligada, colocar as gemas uma a uma sem parar de bater; quando estiver tudo bem incorporado desligar a batedeira e acrescentar as nozes trituradas misturando com uma colher de pau. Dividir a massa nas duas assadeiras e assar em forno médio por cerca de 30 minutos ou até que esteja bem assado. Retirar do forno e deixar esfriar.

Recheio:

Colocar o açúcar e a água em uma panela, levar fogo para obter uma calda rala, cerca de 8 minutos. Deixar esfriar, acrescentar as gemas, misturar bem e levar ao fogo novamente misturando sem parar até que engrosse. Retirar do fogo, acrescentar manteiga, essência de baunilha e reservar.

Cobertura:

Bater as claras em neve e vá acrescentando o açúcar aos poucos para obter ponto de suspiro. Retirar os bolos das formas, colocar um deles em um prato e fazer alguns furinhos com um garfo, espalhar sobre o bolo o recheio já frio, cobrir com o outro bolo e finalmente cobrir tudo com o suspiro. Decorar com algumas nozes inteiras e com fios de ovos. Levar à geladeira por algumas horas.

Bombom de Natal

Ingredientes

  • 1 colher (sopa) de farinha de trigo
  • 1 colher (sopa) de manteiga
  • 1 xícara (chá) de passas
  • 1 lata de leite condensado cozida em banho maria, em panela de pressão, por 40 minutos.
  • 250 gramas de cobertura de chocolate ao leite
  • 1 coco pequeno

Modo de Preparo

Pegar a lata de leite condensado deixar esfriar e colocar em uma panela. Acrescentar o coco, a manteiga, a farinha e as passas. Levar ao fogo mexendo sempre, até desprender do fundo da penela. Depois que a massa estiver fria, enrolar em bolinhas e passar pela cobertura de chocolate. Colocar em forminhas de papel.

Torta Noite Feliz

Ingredientes

  • 3 colheres de sopa de açúcar
  • 5 colheres de sopa de açúcar de confeiteiro
  • amêndoas
  • chantilly
  • 200 g de chocolate meio amargo
  • 100 g de chocolate branco
  • raspas chocolate branco
  • 4 claras em neve
  • 2 e 1/2 colheres de farinha de trigo
  • 1 pacote de gelatina
  • 1 colher de chá de gelatina em pó sem sabor
  • 1 copo de leite de coco
  • 150 g de margarina
  • nata

Modo de Preparo

Coloque numa tigela funda a margarina e o açúcar e vá acrescentando aos poucos a farinha e as amêndoas moídas, misturando com as pontas dos dedos até obter uma massa macia e uniforme. Forre o fundo e laterais de uma forma redonda média de aro removível com esta massa e asse em forno médio, pré-aquecido por cerca de 25 minutos. Enquanto isso, prepare o creme de chocolate: dissolva a gelatina em 2 colheres de sopa de água fria e reserve. Misture o chocolate meio amargo picado com a nata e leve ao banho-maria até obter um creme liso e brilhante. Acrescente a gelatina reservada e misture bem, para que ela derreta no calor da mistura. Despeje esse creme sobre a torta já assada e leve à geladeira durante 1 hora. Prepare o creme de coco: dissolva a gelatina em 1/2 colher de chá de água e deixe descansar por alguns minutos. Aqueça o leite de coco e acrescente em seguida a gelatina, misturando até que ela derreta completamente. Bata as claras em neve e sem parar de bater junte o açúcar. Misture delicadamente as claras batidas à mistura de leite de coco e gelatina e monte uma segunda camada sobre o creme de chocolate. Derreta em banha-maria o chocolate branco juntamente com a nata até formar um creme liso. Espere esfriar e despeje sobre a torta, alisando com uma espátula. Decore com as raspas de chocolate e mantenha na geladeira, desenformando somente na hora de servir.

Panetone Sonho de Valsa

Ingredientes

Esponja:

  • 100 g de fermento biológico fresco
  • 1 xícara (chá) de açúcar
  • 2 1/2 xícaras (chá) de leite morno
  • 2 xícaras (chá) de farinha de trigo.

Massa:

  • 1 kg de farinha de trigo especial
  • 1 xícara (chá) de açúcar
  • 6 ovos
  • 150 g de margarina
  • Casca ralada de uma laranja
  • Casca ralada de 1 limão
  • 1 xícara (café) de conhaque
  • 2 colheres (sopa) de essência de panetone.

Recheio:

  • 1/2 kg de bombons sonho de valsa triturados.

Modo de preparo

Esponja:

Coloque o fermento em uma vasilha grande que caiba umas quatro vezes os ingredientes que serão utilizados, despeje sobre ele o açúcar, com uma colher, ajude o açúcar a desmanchar o fermento.
Quando não houver mais pedacinhos e o fermento tenha se transformado em líquido, junte o leite morno e a farinha, mexa bem até que se torne homogêneo.
Cubra com um pano limpo e deixe crescer, até que dobre de volume.

Massa:

Numa bacia ou na batedeira, junte a esponja de fermento, ovos, margarina, cascas de limão e laranja,o conhaque, essência de panetone, junte 1/2 kg de farinha e mexa para que fique tudo ligado.
Despeje essa massa sobre uma superfície lisa e comece a trabalhá-la no método do "estica e puxa", isto é: puxe a massa com os dedos abertos, em sua direção, rasgando-a e empurre-a de volta com o pulso.
Vá colocando farinha, aos poucos, sem parar de trabalhar a massa.
Verá que, mesmo colocando a farinha, a massa continua mole e grudenta; é assim mesmo.
Junte toda a massa espalhada com o auxílio de uma espátula e trabalhe mais um pouco, enfarinhando a mesa (cuidado, use pouca farinha, senão obterá um panetone mais seco), isso faz com que se torne mais firme.
Mas, atenção: a massa do panetone é uma massa mole, não é igual à do pão.

Montagem

Divida a massa em quatro partes.
Com as mãos, abra como um rocambole grosseiro, espalhe o recheio sobre a massa aberta, feche e movimente-a girando com as mãos, enrolando-a para que o recheio penetre na massa.
Coloque em uma forma de papel ou outra e deixe crescer até que dobre de volume, faça piques em forma de cruz com uma gilete ou tesoura, pincele gemas batidas na superfície e leve ao forno pré-aquecido a (200°C), até que esteja assado por dentro (pode verificar isso usando um palito de churrasco).
Isto pode demorar de 45 minutos a 1 hora e pouco, dependendo do seu forno.

Panetone Tradicional

Ingredientes

  • 1 xícara (chá) de leite
  • 1/2 xícara (chá) de açúcar
  • 4 tabletes de fermento biológico
  • 7 xícaras (chá) de farinha de trigo
  • 1/2 xícara (chá) de óleo de milho
  • 1 xícara (chá) de mel
  • 2 ovos
  • 2 gemas
  • 1 colher (sopa) de essência de panetone
  • 1 colher (chá) de sal
  • 500 g de frutas cristalizadas.

Modo de preparo

Misture em uma panela leite, açúcar, leve ao fogo até amornar, transfira para uma tigela, junte o fermento e mexa até dissolver. Adicione 1 xícara (chá) de farinha de trigo, mexendo até ficar homogêneo. Cubra a tigela com filme plástico e deixe crescer por 30 minutos em local aquecido.
Enquanto isso, coloque em uma panela óleo, mel e leve ao fogo por 3 minutos ou até levantar fervura; retire e espere amornar um pouco.
Junte sem parar de bater com um batedor manual, ovos, gemas, essência de panetone e reserve.
À parte, peneire em uma tigela a farinha de trigo restante com o sal, incorpore à massa já crescida o creme de ovos, alternando com a farinha de trigo, misturando sempre.
Em seguida, transfira a massa para uma superfície enfarinhada e sove por 15 minutos ou até soltar das mãos.
Coloque a massa em uma tigela, cubra com o filme plástico e deixe crescer por mais 45 minutos em local aquecido.
Em seguida, abra a massa grosseiramente com as mãos e espalhe as frutas cristalizadas, enrole como um rocambole e distribua em 2 fôrmas de papel próprias para panetone com capacidade para 500 g cada uma.
Coloque a massa até a metade da altura das fôrmas e deixe crescer por mais 30 minutos.
Ligue o forno à temperatura média e leve para assar por 45 minutos ou até os panetones dourarem.

Receitas de Natal Salgadas

Deliciosas receitas de Natal salgadas


  • Arroz com banana
  • Arroz com lentilha e calabresa
  • Arroz de natal
  • Arroza Natalino
  • Arroz ao champanhe
  • Atum Grelhado
  • Batata ao creme
  • Farofa de Frutas Secas
  • Peito de Peru ao Molho Cremoso
  • Peru Recheado
Confira abaixo:

Arroz com banana

Ingredientes

  • 1 colher (sopa) de cheiro-verde picado
  • 1 colher (sopa) de manteiga
  • 1 colher (chá) de sal
  • 3 e meia xícaras de água fervente
  • 1 xícara (chá) de bananas fatiadas
  • Meia xícara (chá) de farinha de rosca
  • 1 xícara (chá) de nozes picadas
  • 1 xícara (chá) de uvas passas
  • 2 xícaras (chá) de arroz
  • 2 xícaras de vinho
  • 200 gramas de toucinho em cubinhos
  • 3 dentes de alho espremidos
  • 1 cebola picada

Modo de Preparo

Fritar o toucinho. Adicionar a cebola e o alho, e refogar até dourar. Juntar o arroz e continuar fritando. Retirar do fogo e transferir para um refratário. Passar as bananas no vinho e na farinha de rosca. Fritar na manteiga até dourarem. Reservar. Acrescentar o vinho que sobrou ao arroz e completar com a água. Adicionar as passas, as nozes, o sal e o cheiro-verde. Mexer e cobrir com papel-alumínio.
Levar ao forno por 20 minutos. Retire, mexer bem e voltar ao forno até a água secar. Decorar com as bananas fritas e servir.

Arroz com lentilha e calabresa

Ingredientes

  • 3 colheres (sopa) de azeite
  • 4 xícaras de água quente
  • 2 xícaras de lentilha
  • 2 xícaras de arroz
  • 300 gramas de lingüiça calabresa
  • Pimenta e salsinha a gosto
  • 2 cebolas em rodelas
  • 2 caldos de carne

Modo de Preparo:

Levar ao fogo a lentilha com um pouco de água cozinhar até ficar al dente. Reservar a parte. Em outra panela fritar a cebola e a lingüiça no azeite, até a cebola ficar bem escura, (é assim mesmo isso que dá cor ao prato). Juntar o arroz, o caldo de carne, a água quente, a lentilha reservada, a pimenta e cozinhar até o arroz ficar totalmente cozido. Obs: Se necessário acrescentar mais água.

Arroz de natal

Ingredientes

  • Meia xícara (chá) de nozes moídas
  • 1/4 de xícara de uvas passas
  • 2 xícaras (chá) de arroz
  • Cerejas para enfeitar

Modo de Preparo

Fazer a sua moda 2 xícaras (chá) de arroz branco (somente adicionando, sal, cebola e alho, não exagerar nos temperos). Após o arroz estar pronto e morno, transferir para um refratário de vidro e misturar nozes passadas pelo processador, uvas passas e decorar com cerejas para dar um toque todo natalino. Pode acompanhar peru ou tender.

Arroz natalino

Ingredientes

  • 3 xícaras (chá) de água fervente
  • 2 xícaras (chá) de arroz cru
  • 1 colher (chá) de colorau
  • 3 colheres (sopa) de salsa
  • 1 colher (sopa) de óleo
  • 200 gramas de pernil de porco picado
  • 200 gramas de linguiça em rodelas
  • 200 gramas de peito de frango picado
  • 100 gramas de uvas passas
  • ½ repolho pequeno picado
  • 1 cebola grande picada
  • 1 alho espremido
  • Sal a gosto

Modo de Preparo

Fritar o pernil e a linguiça no óleo. Acrescentar o frango e fritar mais um pouco. Juntar o repolho, a cebola, o alho e o colorau. Adicionar o arroz, a água e o sal. Deixar ferver e juntar as passas. Cozinhar em fogo baixo até a água secar. Salpicar a salsa por cima.

Arroz ao champanhe

Ingredientes

  • 1 colher (sopa) de margarina
  • 4 xícaras (chá) de água fervente
  • 1 xícara (chá) de uvas passas
  • 2 xícaras (chá) de champanhe
  • 2 xícaras (chá) de arroz
  • 2 cubos de caldo de galinha

Modo de Preparo

Em uma panela, colocar a margarina, o arroz e as passas. Refogar por 5 minutos. Juntar a água fervente, o caldo de galinha e cozinhar em fogo baixo até secar. Acrescentar o champanhe e esperar secar novamente. Servir ainda quente.

Atum Grelhado

Ingredientes

  • 2 colheres (sopa) de azeite de oliva
  • 2 ramos de salsinha ou de alecrim
  • 2 filés grandes de atum fresco
  • 4 fatias médias de limão
  • 4 folhas de alface
  • Sal a gosto

Modo de Preparo

Pincelar os filés de atum com azeite de oliva, salpicar sal em toda a superfície, colocar em cada um deles um ramo de salsinha, 2 fatias de limão, embrulhar nas folhas de alface e deixar tomar gosto por 2 horas. Em seguida, desembrulhar o atum, desprezar a salsinha, a alface e as fatias de limão, dispor em uma frigideira, levar ao fogo e deixar grelhar por 10 minutos, virando de lado na metade do cozimento. Retirar assim que o peixe estiver cozido. Servir com batata cozida e Molho Holandês.

Molho Holandês:

Colocar em um refratário 2 gemas e 2 colheres (sopa) de água, bater com um batedor manual por 3 minutos ou até ficar esponjosa. Colocar o refratário dentro de uma panela com água fervente (mas sem encostar o refratário na água) e cocolheresntinuar a bater por mais 1 minuto ou até obter um creme. Aos poucos, adicionar, colher a colher, 5 colheres (sopa) de manteiga derretida sem parar de bater. Retirar, coar em uma peneira bem fina ou em uma musseline, juntar 1 colher (chá) de suco de limão, sal e pimenta-do-reino. Despejar sobre as batatas e servir a seguir.

Batata ao creme

Ingredientes

  • 2 colheres (sopa) de queijo parmesão ralado
  • 2 colheres (sopa) de salsa
  • 2 xícara (chá) de leite
  • 1 pacote de sopa creme de queijo
  • Sal e pimenta-do-reino a gosto
  • 1 quilo de batatas

Modo de Preparo

Lavar as batatas, descascar e cortar em fatias de 1cm. Cozinhar em água e sal até ficarem macias, mas sem desmanchar. Escorrer. Levar ao fogo o creme de queijo dissolvido no leite, mexendo até engrossar. Se necessário acrescentar sal e pimenta. Colocar as fatias de batata em um refratário, cobrir com o creme e polvilhar com o parmesão. Levar ao forno alto por 15 minutos ou até dourar. Tirar do forno, polvilhar com salsa e servir em seguida.

Farofa de Frutas Secas

Ingredientes

  • 1 cebola (grande) picada
  • 100g de margarina (sem sal)
  • 250g de bacon (cortado em fatias)
  • 1 xícara (chá) de nozes picadas
  • 1 xícara (chá) de ameixas pretas (picadas)
  • 1 xícara (chá) de damascos picados
  • 1 xícara (chá) de uvas passas (sem sementes)
  • 1/2kg de farinha de mandioca crua
  • Sal a gosto
  • Azeite o necessário.

Modo de preparo

Em uma panela, frite bem o bacon até dourar, derreta a margarina e refogue a cebola. Acrescente as frutas secas e continue refogando, tempere com sal, junte a farinha de mandioca de uma só vez e mexa muito bem.
Dica: Sirva para acompanhar carne (peru, lombo, tender e outras).

Peito de Peru ao Molho Cremoso

Ingredientes

  • 1 peito de peru defumado (cerca de 2,5 kg)
  • 1 colher (sopa) de margarina
  • 1 cebola grande, picada
  • 2 xícaras (chá) de leite
  • ½ litro de creme de leite fresco
  • Noz-moscada e pimenta-do-reino recém-moída a gosto
  • ½ xícara (chá) de queijo parmesão ralado
  • 1 melão tipo orange pequeno, bem maduro
  • 6 ramos de salsinha, picados.

Modo de preparo

Retire o peito de peru da embalagem, acomode-o em uma tábua de cozinha grande e, com uma faca afiada, faça talhos em toda a superfície da pele, para que ela comece a soltar. Em seguida puxe-a com as mãos, removendo-a por completo; corte em pedaços, desfie em lascas grossas e reserve.
Em uma frigideira grande e de bordas altas aqueça margarina, refogue a cebola até ficar transparente, acrescente leite, creme de leite, queijo, tempere com sal e noz-moscada e cozinhe em fogo baixo por cerca de 5 minutos, mexendo de vez em quando, para que o queijo derreta e forme um molho levemente encorpado.
Apague o fogo e espere esfriar.
Enquanto isto, descasque o melão, remova as sementes e modele pequenas bolinhas com o auxílio de um boleador.
Coloque as lascas de peito de peru em uma saladeira grande, alternando com molho de queijos já frio e bolinhas de melão, polvilhe salsinha e sirva em seguida.
Rendimento: 8 a 10 porções.

Peru Recheado

Ingredientes

  • 1 peru (aproximadamente 2kg)
  • 1 xícara (chá) de suco de limão
  • 2 xícaras (chá) de vinho branco seco
  • 2 colheres (sopa) de mostarda
  • 5 dentes de alho (amassados)
  • 100g de margarina (sem sal)
  • Molho de pimenta a gosto.

Modo de preparo

Em um recipiente, misture suco de limão, vinho, mostarda, alho e pimenta. Passe esse tempero por dentro e por fora do peru fartamente e deixe marinar por 12 horas, dentro da geladeira.
Em seguida, recheie o peru com uma farofa a seu gosto, feche com palitos, amare as pernas e leve para assar por 2 horas, aproximadamente, em forno pré aquecido na temperatura de 200ºC.